Pular para o conteúdo principal

Viva.

Inspire-se
Transpire
Respire, sinta.
Canalize
Sonhe e realize.
Acredite e facilite.
Permita-se.

Qual a finalidade de se viver nessa constante autofagia? Ânsia-ansiedade?
Não se vitimize, nem finja para si mesmo, porque,assim, nem você acredita
Se é para pensar e não viver, não pense, medite.
Projete, mas não acredite mais nas suas projeções que em você. Elas sem você não existem, você sem elas, bom...tem que existir!

Dê o zoom no mérito, receba o crédito
Direcione o pensamento, olhe em volta, em volta de si, olhe para si e enxergue-se.
e mais uma vez, nunca demais, inspire, acredite, sim, pois aqui vive-se!



























Quando quiser olhar para o céu, lembre-se também de olhar para quem olha para ele.

"O que está acima é como o que está abaixo." - Tábua das esmeraldas




ótimo fim de semana!

Comentários

  1. otimo post :D
    felicidade é realmente uma decisão, e a partir do momento que a gente descide não olhar pros problemas como impecilios pra essa felicidade, a vida se torna mais livre, mais leve.
    tem uma musica de engenheiros que fala justamente dessa decisão:

    Tô fora voodoo, ranso, baixo astral
    Eu não vou perder meu tempo brincando de ser mal

    ResponderExcluir
  2. sá adorei o texto! perfeito, era tudo que eu tava precisando ler agora, tô percisando refletir :) eu é que te agradeço dessa vez! aa e parabéns pelo blog, cada vez melhor! beijo ;* nalim

    ResponderExcluir
  3. Acredito que o primeiro passo para qualquer coisa que seja é acreditar.
    Ótimo post e ótimo tema.
    Beijocas

    ~>http://www.alicebalbinocullen.blogspot.com/

    ResponderExcluir
  4. A cada dia que passa, uma coisa simples como viver passa a ser encarado como um dom.

    E como diz Liúbica, a felicidade é uma opção de vida...=P

    abraços Sah!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Escape

Parece que vivemos em um mundo de paixão desenfreada pela rapidez, pela grande eficácia, tudo altamente veloz, conturbado e ultra processado, uma vida de "fast", em que nos perdemos no próprio processo. De tão rápido e superestimulados, parece que estamos constantemente fatigados. E, embora eu tenha relacionado, nos dois últimos escritos, esta saturação à pandemia atual, as outras 'pandemias' - não tão metafóricas assim e ainda vivenciadas -, elas também trazem consigo um pedaço de cansaço, uma sensação de peso, de que é proibido parar ou desacelerar pelo mínimo momento que seja, que isso não condiz com o que a atualidade prega ou faz.  O fazer ganha muitos espaços nos nossos relógios e nas nossas rotinas, enquanto o nosso tempo perde bastante qualidade. Tornamo-nos cada vez menos eficazes porque não sabemos quem somos, aonde queremos ir, do que gostamos, o que devemos fazer e quando devemos parar ou continuar. Reduzimo-nos a uma lista de tarefas, repetidas nos dias. ...

O maravilhoso mundo individual.

Boa noite! Peço desculpas pela demora para postar novamente mesmo em período de ferias. Embora o objetivo do blog seja escrever sobre variados assuntos, de forma espontânea, nos últimos dias, nenhum assunto manifestou-se a ponto de eu escrever um texto. Aliás, o contrário,  muitos tipos de assunto vieram à minha cabeça o que provovocou um "desfoque" o qual só permitiu-me escrever frases soltas ou repassar outras que diziam exatamente o que pensei. Enfim...vamos ao que interessa. Hoje, finalmente, apareceu algo motivador para escrever um post. Juntei uma coisa a outra e lembrei de que no começo do ano, em uma conversa informal com amigos, saiu um comentário: 'Sabrina, você vive em um mundo maravilhoso, parece que tá numa redoma, não tem contato com isso, aquilo, com esse ou aquele tipo de cultura ". Tudo não passava de brincadeiras descontraídas, uma conversa, encontro de gostos diferentes, muitos dos quais as pessoas desfrutavam com objetivos distintos (por gostar...

Memória afetiva

  Há um ano, li " O sol é para todos", livro famoso, ganhador do Pulitzer, livro fantástico que por detalhes bem singelos, tornou-se um dos meus favoritos de fato. Agora, com mais um ano nas costas, em um "dia das crianças" - no qual me afasto cronologicamente de quando eu era uma -, termino um outro livro, do qual também gostei bastante, mas bem menos famoso de um autor muito conhecido sim. Foi uma leitura muito aprazível, daquelas que te deixam leve, que carregam o peso de uma pena, mas a importância de um mundo. Se a preguiça me agarrasse em cheio quando me perguntassem: "Por que você gostou tanto assim, não é sequer um dos mais conhecidos do autor, ou não trata de nada tão assim distópico, fantasioso, por que se importou? Talvez eu sequer tentasse formular uma resposta.  O fato é: não é preciso formular nada, pois é fácil, o encanto veio com um "puxavanco" à memória! Com uma linguagem em uma bela prosa poética, claro. Só não poderia eu dizer que m...