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Brotherhood

Boa noite, Para terminar a boa semana: uma boa indicação formal e "rápida"em forma de recadinho. ^^ Sim, o post é uma rápida indicação embora eu não costume aceitá-las prontamente, maus hábitos talvez, um fato, no entanto. Há quase três anos, eu resolvi seguir uma indicação e acompanhar uma história (mangá, anime...não vem ao caso, uma história) e, ainda que eu tivesse querido acompanhá-la inúmeras vezes antes, só o fiz no momento que um amigo entregou a mim e disse:veja, você vai gostar. Bem, o mesmo me conhecia há pouco e, se conhecesse a vida inteira, não sei se seria possível acertar mais na indicação, então, obrigada. Agora, passo adiante... Entre um momento ou outro de raro descanso ou antes de dormir, resolvi (um bom hábito), rever "Fullmetal Alchemist" e, hoje, deparei-me com um dos meus episódios favoritos, simplesmente porque simboliza a razão de tamanha identificação. Era algo mais ou menos assim: "O tudo é um, e o um é o tudo". ...

Obsedante

Ontem, revi "Clube da luta" - que, obviamente, indico - e, por coincidência ou não, reencontrei uma frase do Tyler a qual inseri, de imediato, aos pensamentos turbilhonantes que andavam ocupando a minha mente há dois dias. "As coisas que você possui acabam te possuindo" - (Clube da Luta) Nem de longe, pretendo escrever sobre o consumismo, menos ainda de forma parcial, então, não demorarei a chegar ao ponto, antes que o presente leitor pense mais em capitalismo do que em existência. Pouco antes, um amigo comentou sobre um vídeo de alguém aí sobre a superestimação dos Livros, e confesso não ter procurado - propositadamente - ver o tal vídeo antes de escrever, para não ser influenciada (sim, nada de riscos de mudar de ideia); no entanto, já no início da nossa conversa, mesmo sem discordar necessariamente do que havia sido tratado, resolvi expressar-me, em acréscimo sobre o que a temática lembrou-me (pessoas...): Não acredito que seja apenas bem assim. ...

Ímpar

Instiga, inspira irresistível ironia... Desafia e integra o ínfimo instante, íntimo inebriante do incerto, do impulso... Do meu inefável âmago Que idiossincrasia. (Tudo tão ímpar, por enquanto) E, ainda sim, inteiramente m-eu.

Das possibilidades. (Infinite)

"Qual o sentido da liberdade enquanto somos infinitos?" Que liberdade mais democrática, a tal verdadeira (talvez contraditoriamente utópica de tão estampada à nossa frente)...Todos os dias, quase a cada instante vivido, pensamos nos limites impostos (aquele íntimo desconhecido); falamos, falamos, (bradamos!) sobre liberdade, mas, inversamente, raras vezes, damo-nos contas de que ela é nossa companheira em cada um dos mesmos instantes. Que liberdade, afinal? A liberdade que nos é inerente, a liberdade de ser infinito. A natureza do escolher ser. A liberdade que está presente, sempre, mesmo com a nossa costumeira espera (inútil e vã). A liberdade de escolher e perceber-se. Infinitos nós somos. Livres também. A direção é o colapso de um possível, entre todos, com respostas momentâneas, às vezes, alegria confundida com felicidade - diária, notável, porém nem sempre notada -, em outros momentos, uma passagem indesejada, entretanto, fazem parte, pois semp...

In spite of.

Após uma pequena torção que me obrigou a repousar antes que tudo piorasse (sem dramas), resolvi usar meu tempo para rever a Trilogia do Poderoso Chefão e, por fim, escrever aqui para convencer a mim de que eu não faria do escrito da semana passada apenas um lapso, então cá estou. De início, eu pensei em escrever, e até de forma nada polida, sobre tudo que eu discordava: a visão propagada por aí do "amor", relacionamentos atuais, blá, blá, blá  tudo que eu não gostaria de ter vivido o suficiente para ver se transformar em um grande clichê de muito mau gosto. Só que escrever assim não seria bonito, interessante, seria outro equivocado clichê e que me faria, aliás, parecer muito mal amada (equivocadamente, diga-se de passagem) hahahahahha...Logo vamos apenas falar de amor. Certo? É, amor.  Que tipo? Amor, ué, porém, se queres uma classificação, dá-la-ei: o Universal, o suplementar, o primitivo, que de tão fundamental, é sempre caracterizado, mas completamente definido? ...

As irmãs.

Irritação cotidiana, tédio? O irmão corruptor de toda a empolgação, quando ela se esvai, ele entra. Já ele, só se apaga, quando ela ressurge. Um ciclo. O ciclo cria-se e perdura pela explosão diária dessas sensações irmãs. Que, assim, revezam-se sempre, em transições intermitentes. Dia e noite. Pois, quando finalmente “con-viverem”, eis que nascerá o equilíbrio... O Sentido. A persistência do que, de fato, fica. Meses sem postar, quase ano, sem escrever nada. E, exatamente, por causa da sensação, à qual se atribui o "fazer nada",  é que eu volto a dar um rumo às palavras: O tédio. Sim, o tédio, não a empolgação. Tantas vezes estive absurdamente envolvida de certa empolgação, mas tantas vezes iguais ela não perdurou o suficiente para se tornar concreta, um fato. Daí, eu percebo o quanto equivocados ou simplistas somos a nos desfazer do tédio, ele que acaba pegando um ou outro, todos, em algum momento, e que, não, não significa fazer nada. Na verd...

Viva la vida.

Hoje estava eu escrevendo os portfólios para um dado módulo da faculdade, um deles sobre: "morte e finitude" e embora tenha passado o último ano discutindo sobre a temática, só agora resolvi escrever brevemente aqui! Acredito que por não ter querido colocar uma abordagem pessoalizada no texto p/ o módulo...precisei vir.. Quando acordei, a primeira frase que li foi a seguinte citação:  " Os dois dias mais importantes da sua vida são: o dia em que você nasceu, e o dia em que você descobre o porquê." (Mark Twain) Hahaha, Daí, com um certo atraso, lembrei-me do meu aniversário, minha data preferida de todo o ano! Agora, por quê? Ou melhor, por que eu gosto de memorar a data e tantas pessoas não? Por que para tantas é um lembrete do quanto vocês está perto da morte? É interessante notar que, no fim das contas, morte/vida é mais um binômio...uma dicotomia na qual apenas um dá sentido ao outro e só o outro da sentido ao um, tal qual luz e escuridão. ...